One Word

Uma palavra por dia.

E, ao fim de um ano, uma linha que se lê inteira.

O One Word não pede um diário. Pede uma palavra — a que resume o dia — e guarda-a numa linha que cresce devagar. Não há sequências para proteger nem contas a acertar: faltar um dia deixa um espaço, e um espaço também diz algo.

Cada palavra é privada por omissão. Se quiseres, podes partilhá-la com um círculo pequeno de pessoas, ou com todos. Essa escolha é tua, palavra a palavra, e é aplicada pela base de dados — não pela boa vontade da app.

Ao fim do mês, uma reflexão curta sobre as palavras desse mês. Nada de gráficos de produtividade nem pontuações: só o que lá está, dito de outra maneira.

One word a day.

And, after a year, a line you can read end to end.

One Word does not ask for a journal. It asks for a word — the one that sums up the day — and keeps it on a line that grows slowly. There are no streaks to protect and no totals to hit: a missed day leaves a gap, and a gap says something too.

Every word is private by default. If you want, you can share it with a small circle of people, or with everyone. That choice is yours, word by word, and it is enforced by the database — not by the app's good behaviour.

At the end of the month, a short reflection on that month's words. No productivity charts, no scores: just what is there, said another way.